Rainha de bateria da Gaviões da Fiel, modelo diz que não tem ciúmes da madrinha, Sabrina Sato: 'Até já dei aulas de samba para ela. É parceria total'.
Tati Minerato (Foto: Iwi Onodera / EGO)
Tati Minerato é uma corintiana que pode bater no peito e dizer que é Gaviões desde criancinha. Dos 23 anos de vida, ela passou 15 desfilando pela escola de samba da torcida organizada da fiel. "Eu comecei na ala das crianças, bem pequenininha, depois fui para ala das passistas. Aí virei musa da bateria e veio o convite para representar a escola no 'Caldeirão do Huck'."Foram três anos tentando virar a Musa do Brasileirão, mas batendo na trave. "Sempre dava uns empates, meu melhor resultado é um vice", conta ela, que também participou da segunda edição do "Hipertensão" e se decepcionou.
"Fui a segunda eliminada. Fiquei bem decepcionada. Agora você pensa: 'devia ter ficado mais calma'. Mas bate desespero e foi aquilo, meu bumbum ficou entalado na areia", conta a passista, que ficou presa em um buraco de areia do "Hipertensão" e foi eliminada.
Há três carnavais, Tati é rainha de bateria da escola. "Para mim é uma honra representar os gaviões, fazer parte dessa bando de loucos", diz, parafraseando a famosa frase de Ronaldo Fenônemo no dia de sua apresentação no Timão. Clube, aliás, por quem ela se descabela tanto quanto pela escola. "São duas paixões que fazem meu coração sair pela boca. Quando a Gaviões entra na Avenida é como o Corinthians fazendo gol."
Ao seu lado, à frente dos ritmistas, Tati tem uma companheira de peso, a badaladíssima madrinha Sabrina Sato. Mas ela jura que não rola ciúmes. "Quanto a Sabrina não rola nenhum (ciúme), até já dei aulas de samba para ela. É parceria total", diz ela. "Ela é uma simpatia. Ela faz a festa quando chega lá na quadra, tem uma superidentidade com a escola."

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